Author - avedouda

Exposição Artes Plásticas “Recortes de Luz”, Condeixa 2017

Exposição de Artes Plásticas, inaugura dia 9 Dez, às 17h30, na Galeria Manuel Filipe em Condeixa. A exposição estará aberta ao público de 11 Dez a 5 Jan 2018, de 2ª a 6ª das 9.30 – 12.30/14.30-17.30 e sábados (até dia 24) das 15-19.

Papier mâché projects

“Queen Santa Isabel” was made in papier mâché (± 63″) by customer order. It represents the a Queen very cherished by the people of Coimbra.

A “Rainha Santa Isabel”, feita em papier mâché (1.60m), por encomenda. A rainha Santa Isabel, é muito acarinhada pelos habitantes de Coimbra.

 

 

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Júlia, the Sardine, it represents a fish shop, in Coimbra (± 63″).

A Sardinha Júlia, é a mascote de uma loja de conservas em Coimbra (h 1.60m).

 

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“The Queen” was around 3 years at Galeria Santa Clara facade, in Coimbra. It represents a Portuguese legend, “The Roses Miracle”. Made of papier mâché and gold leaf.

“A Rainha” esteve cerca de 3 anos na Fachada da Galeria Bar Santa Clara, em Coimbra. Representa a “Lenda das Rosas”. Feita em papier mâché e folha de ouro.

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“Portuguese Guitar of Bilros”, it’s an homage to “bilros” laces and to the Portuguese around the world. Made with papier mâché, “bilros” laces and gold leaf.

“Guitarra Portuguesa de Bilros”, uma homenagem à renda de Bilros e aos Portugueses espalhados pelo Mundo. Feita de papier mâché, bilros e folha de ouro.

 

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“Portuguese Love”, 2nd Nacional Award of Contemporary Handcraft 2011. The sculpture is made with papier mâché, all painted in white, without the color usually associated with the popular Barcelos rooster. It creates a great atmosphere with the light design effects. Highlighting the drawings produced it creates numerous points of light in the walls around him, so the rooster is raised by referring to the Fado, with its long skirts, to the filigree and love, also by the drawings depicted.

“Amor Português”, recebeu o 2º Prémio Nacional de Artesanato Contemporâneo, 2011. A peça, feita de papier mâché, é toda pintada de branco, sem a cor normalmente associada ao Galo de Barcelos, e deste modo, dando relevo aos desenhos de luz produzidos pelo recortado, criando inúmeros pontos de luz nas paredes à sua volta. O galo eleva-se remetendo-nos para o Fado, com as longas saias compridas, a filigrana e para a saudade, também pelos desenhos representados.

 

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Essence“, “what constitutes the nature and the nature of things”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Made of net and papier mâché. It represents the Human Nature: cientificaly heart and lungs, but mainly Love is the meaning of living. Escola Superior de Tecnologia da Saúde, Lisboa.

“Essência” o que constitui o ser e a natureza das coisas, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Peça feita de rede metálica e papier mâché. Representa o coração e pulmões humanos, mas afinal o Amor, o sentido da vida. Escola Superior de Tecnologia da Saúde, Lisboa.

Journals at the Museum Machado de Castro, Coimbra

The Museum Machado de Castro, in Coimbra, has got in it’s collection, beautiful tiles from the eighteen century. They represent flowers, in blue and white. I do the journals to sell at the museum shop. Cynara cardunculus, in Portuguese called “alcachofra”. It grows wildly in the field, with it’s beautiful dried purple and lilac colors. I did my own linocut design based on this flower, to be used as journal covers. For the back covers I use another fabric, eventually with Portuguese design or other fabric. Then I select papers, tassels, cords, book marks, and other details to make them fully designed and unique. All journals include a pencil (by a Portuguese pencil factory). A unique journal with its own personality. A journal that breathes. A journal that speaks. A journal that has a soul.

No acervo do Museu Nacional Machado de Castro, existe uma coleção de azulejos, de figura avulsa de flores. Azulejos do século XVIII, com pintura em azul. Com base nestes azulejos, foi desenhada uma coleção de livros em branco, para venda na Loja do Museu.

O desenho dos azulejos foi trabalhado tendo resultado um trabalho de linóleo, que é estampado em tecido na capa dos livros. No verso é escolhido um tecido de acordo com as cores utilizadas nas capas, que poderá ou não ser um tecido típico Português. Todos os livros têm um lápis e uma série de detalhes que são escolhidos, um a um, tornando os livros únicos, reflectindo o carácter Português. São assim, também livros únicos que respiram e falam por si. Livros que têm alma.

Viagem às profundezas do Convento de Mafra

O Convento de Mafra a cerca de 30 km de Lisboa, foi mandado construir por D João V, após a sua promessa de o edificar caso tivesse descendência. As obras iniciaram-se em 1717 , já depois do nascimento da sua filha. As obras duraram 13 anos e trabalharam nelas cerca de 47 mil homens. O Convento ocupa uma área de 30.000m2 sendo o maior edifício nacional.

As torres sineiras têm quase 70 m e são visíveis a 20km de distancia. Cada torre tem 119 sinos , pesando 217 toneladas.

O Convento tem 1200 divisões, 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios. A biblioteca tem um acervo imenso a nível Europeu e de todas as áreas do século XVIII.

Foi também lugar de escola de Escultura, sob orientação de Alessandro Giusti, tendo a maior coleção de escultura Barroca, fora de Itália. Vale a pena visitar o Convento e assistir todos os 1ºs Domingos ao concerto dos 6 Orgãos na basílica. Há na biblioteca peças de música que apenas podem ser tocadas no Convento, devido ao seu conjunto único dos 6 orgãos.

Berlengas, the birds islands

At the boat entrance, a sailor distributes plastic bags by travellers. The luggage is secured with a strong cover. We leave Peniche start going inside the wild sea. We start thinking being inside a little boat like a fisherman. However this is a two floors boat.. It seems to be eaten by the waves, we have to hold on … and that’s how after one hour we arrive at Berlengas Islands.

On the island the gulls sing a dissonant chorus. They intersect all the ways we walk. In some we have to wait. We understand it’s their island, not ours! We walk around the island. On paths less traveled we feel more intensely the aggression of seagulls. A fort with a solid construction is connected by a narrow bridge that makes the connection. It invites only the most fearless to visit. The lighthouse and the atmosphere will turn reminds us of the “Adventures of the Five” by Enid Blyton. The gulls, “The Birds” Hitchcock movie.

The weather is bad, the sandy beach is rather small. Another boat arrives full of people to spend the day in the small beach of ice water. At the end of the day the sky is dark and cloudy. This peacefull and quiet island is fill up with the cries of seagulls. We can take a shower, cold and brackish water. We can feel the isolation. A magical place, a mix of ghastly and fantastic! During the night, deafening screams take care of us. Strange cries, difficult to associate it to birds. The shearwaters come to feed the cubs, and more we seem to be in a market where the birds preach.
When we leave the island, under the rain and strong wind, we have the nostalgic image of the island with its lighthouse and thousands of gulls. We can understand why there are no boats during the Winter.

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Á entrada para o barco, um marinheiro distribui sacos de plástico pelos viajantes e a bagagem é protegida com um forte oleado. Despedimo-nos de Peniche e entramos em alto mar, neste barco de dois pisos que nos faz pensar nos pescadores… Este “enorme” barco parece ser comidos pelas ondas, temos de nos agarrar… e é assim que passada uma hora chegamos às Berlengas.

Na ilha as gaivotas cantam num coro dissonante. Elas cruzam-se em todos os caminhos por onde andamos. Em alguns temos de esperar, a ilha é delas e não nossa. Damos a volta à ilha. Em caminhos menos percorridos sentimos mais intensamente a agressão das gaivotas. O forte, sólida contrução junto à ilha, ligado por uma sinuosa ligação, convida apenas os mais destemidos e sem vertigens a visitar. O farol e todo o ambiente á volta lembra-nos as “Aventuras dos Cinco”, de Enid Blyton. As gaivotas o fime “The Birds” de Hitchcock.

O tempo está mau, a praia com areia é bastante pequena, mesmo assim, chega o barco cheio de pessoas para passar o dia na pequena praia de água gelada. Ao final do dia o céu está carragado de nuvens, a ilha muito calma apenas com os gritos das gaivotas. Podemos tomar um duche, de água fria e salobre. Sentimos o isolamento. Um lugar mágico, a mistura entre o medonho e o fantástico! Durante a noite acordamos com gritos ensurdecedores, algo tão estranho e difícil de associar ao som das aves que já conhecemos. As cagarras (ou pardelas) vêm alimentar as crias, e mais parece que estamos num mercado, onde as aves apregoam.

Quando deixamos a ilha, debaixo de chuva e vento forte, fica uma imagem nostálgica, da ilha com os seu farol e milhares de gaivotas.

 

Carrasqueira

There are things naturally photogenic. I would say that almost all things can be photogenic. But some do not require great effort to achieve this.  Carrasqueira has got everything, a sunrise, a sunset, a great color. Textures. The wrinkles. Of immense beauty. It has got the mud, the water, the wood, the boats, the huts, the lizards, the light, the sun, the sky, the rain, the stars and the moon. We hear breathing. Even the mosquitos have got a gloden light! Enough things to keep us there for days and days and discover new pieces every day … impossible to discover everything.

 

A Yurt at “Tamanco”

I found “Tamanco”. I found what a “yurt” was. It’s a former Mongolian construction, still in used in few small places. It is near by “Louriçal”, Pombal. Nobody is at the entrance. Nobody answers either the bell, neither the phone. We went inside a different place. We were received by ducks, roosters and cheeses that do not care about us. We went inside the restaurant, where a few Northern European are having dinner. They told us to choose any place and offered a delicious dinner. A big fire place warms the night, even being in May, nights are still cold. Simple decoration but accurate selection. Few beautiful “yurts” are spread around the camping, with colourful cotton covers and textiles around. There is a bicycle way to the beach, 15km away, and we go to feel the smell from the sea…

Cheira bem, cheira a Lisboa!

Cheira bem, cheira a Lisboa. Lisbon smell.  http://www.youtube.com/watch?v=EoA1mCqdsVM

“Cheira bem, cheira a Lisboa” Amália Rodrigues

Lisboa já tem Sol mas cheira a Lua
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com as chinelas da RibeiraSe chove cheira a terra prometida
Procissões têm o cheiro a rosmaninho
Nas tascas da viela mais escondida
Cheira a iscas com elas e a vinho(Refrão)
Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de marCheira bem, cheira a Lisboa (2x)A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de marLisboa cheira aos cafés do Rossio
E o fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se está frio
Cheira a fruta madura quando é VerãoTeus lábios têm o cheiro de um sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantigas
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas(Refrão)Cheira bem, cheira a Lisboa (2x)A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar

Tuesday Trend, Etsy

“Tuesday Trend” it is a selection of items from Etsy shops

Me and the pomegranates, eu e as romãs

I couldn’t make it disappear before make a photography session with it… so beautiful colors, texture, patterns, the transparency. So inspiring. One pomegranate. A basket with pomegranates. How great is the nature. It always surprised me!