Berlengas, the birds islands

Berlengas, the birds islands

At the boat entrance, a sailor distributes plastic bags by travellers. The luggage is secured with a strong cover. We leave Peniche start going inside the wild sea. We start thinking being inside a little boat like a fisherman. However this is a two floors boat.. It seems to be eaten by the waves, we have to hold on … and that’s how after one hour we arrive at Berlengas Islands.

On the island the gulls sing a dissonant chorus. They intersect all the ways we walk. In some we have to wait. We understand it’s their island, not ours! We walk around the island. On paths less traveled we feel more intensely the aggression of seagulls. A fort with a solid construction is connected by a narrow bridge that makes the connection. It invites only the most fearless to visit. The lighthouse and the atmosphere will turn reminds us of the “Adventures of the Five” by Enid Blyton. The gulls, “The Birds” Hitchcock movie.

The weather is bad, the sandy beach is rather small. Another boat arrives full of people to spend the day in the small beach of ice water. At the end of the day the sky is dark and cloudy. This peacefull and quiet island is fill up with the cries of seagulls. We can take a shower, cold and brackish water. We can feel the isolation. A magical place, a mix of ghastly and fantastic! During the night, deafening screams take care of us. Strange cries, difficult to associate it to birds. The shearwaters come to feed the cubs, and more we seem to be in a market where the birds preach.
When we leave the island, under the rain and strong wind, we have the nostalgic image of the island with its lighthouse and thousands of gulls. We can understand why there are no boats during the Winter.

*

Á entrada para o barco, um marinheiro distribui sacos de plástico pelos viajantes e a bagagem é protegida com um forte oleado. Despedimo-nos de Peniche e entramos em alto mar, neste barco de dois pisos que nos faz pensar nos pescadores… Este “enorme” barco parece ser comidos pelas ondas, temos de nos agarrar… e é assim que passada uma hora chegamos às Berlengas.

Na ilha as gaivotas cantam num coro dissonante. Elas cruzam-se em todos os caminhos por onde andamos. Em alguns temos de esperar, a ilha é delas e não nossa. Damos a volta à ilha. Em caminhos menos percorridos sentimos mais intensamente a agressão das gaivotas. O forte, sólida contrução junto à ilha, ligado por uma sinuosa ligação, convida apenas os mais destemidos e sem vertigens a visitar. O farol e todo o ambiente á volta lembra-nos as “Aventuras dos Cinco”, de Enid Blyton. As gaivotas o fime “The Birds” de Hitchcock.

O tempo está mau, a praia com areia é bastante pequena, mesmo assim, chega o barco cheio de pessoas para passar o dia na pequena praia de água gelada. Ao final do dia o céu está carragado de nuvens, a ilha muito calma apenas com os gritos das gaivotas. Podemos tomar um duche, de água fria e salobre. Sentimos o isolamento. Um lugar mágico, a mistura entre o medonho e o fantástico! Durante a noite acordamos com gritos ensurdecedores, algo tão estranho e difícil de associar ao som das aves que já conhecemos. As cagarras (ou pardelas) vêm alimentar as crias, e mais parece que estamos num mercado, onde as aves apregoam.

Quando deixamos a ilha, debaixo de chuva e vento forte, fica uma imagem nostálgica, da ilha com os seu farol e milhares de gaivotas.

 

Share this post

Comments (2)

  • Blue Margarita Reply

    Love this post… amazing photos!!!
    And welcome to HIE!

    June 3, 2015 at 5:59 pm
    • Avedouda Reply

      🙂 Thank you Margarita!

      June 4, 2015 at 11:02 am

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *